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Quando o corpo não produz… A Farmácia Manipula

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Pacientes com intolerâncias alimentares podem ter uma vida saudável com a ajuda de suplementação enzimática.

O diagnóstico das intolerâncias alimentares vem crescendo nos consultórios de médicos e nutricionistas. A reação à lactose, por exemplo, é uma das mais comuns e tem origem genética. Povos asiáticos, africanos, árabes e hispânicos são os mais atingidos. No Brasil, a mistura de raças contribui para a alta incidência do problema. Qualquer que seja o alimento com o qual a pessoa não se sente bem – ovos, glúten, leite –, se o diagnóstico for intolerância, a origem do distúrbio é uma só: dificuldade de produzir enzimas para digerir determinado nutriente. Muitas vezes, esses nutrientes são carboidratos fermentativos como sacarose, monossacarídeos, frutose e xilitol. Também é o caso do leite: os indivíduos não conseguem produzir a enzima lactase no intestino delgado. Ao chegar ao intestino grosso, a lactose é fermentada e produz os gases e o ácido lático, que trazem desconforto.

O médico Ricardo Barbutti, membro titular da Federação Brasileira de Gastroenterologia, explica que o principal tratamento para as intolerâncias é cortar da alimentação o que provoca mal-estar. Porém, em cenários menos restritivos, o paciente pode ingerir algumas quantidades do nutriente, combinando-o com a suplementação enzimática. É importante que o uso seja sempre acompanhado pelo prescritor, que tem condições de orientar quanto à frequência e as doses que serão utilizadas.

Portanto, é sempre interessante entrar em contato com o médico para esclarecer o objetivo daquela prescrição. “Assim a farmácia consegue criar a especificação de compra da matéria-prima de forma assertiva”.  Além da produção das enzimas
isoladas, principalmente em cápsulas e sachês, as farmacêuticas explicam que criar combinações com outros ingredientes pode ser uma opção interessante. Quem tem dificuldade de processar proteína animal, por exemplo, pode utilizar a enzima papaína associada a cloridrato de betaína, que ajusta o pH do estômago para melhorar a digestão.

Suplemento vivo

A deficiência na produção de enzimas também pode ser tratada com o uso de probióticos. O médico Ricardo Barbutti explica que há lactobacilos que produzem a betagalactasidase, enzima com efeito similar ao da lactase, mas menos fermentativo. Assim o paciente pode corrigir os distúrbios da microbiose intestinal e conseguir um efeito de bem-estar mais prolongado, já que esses microrganismos em concentração adequada passarão a fazer parte da flora intestinal. Os probióticos podem ter efeito similar também para outros açúcares, como frutose, rafinose e frutanos.

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